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domingo, 23 de outubro de 2016

Modelo OSI

Nas últimas duas décadas houve um grande aumento na quantidade e no tamanho das redes. Várias redes foram criadas, onde possuíam diferentes hardwares e softwares, tornando redes incompatíveis. Para tratar desse problema, a ISO (International Organization for Standardization, organização internacional de padronização e normas) realizou uma pesquisa sobre vários esquemas de rede. A ISO reconheceu a necessidade de se criar um modelo de rede para ajudar os desenvolvedores a implementar redes que poderiam comunicar-se e trabalhar juntas. Assim, a ISO lançou em 1984 o modelo de referência OSI.

O modelo de referência OSI permite a visualização das funções de rede que acontece em cada camada. Sobretudo, o modelo de referência OSI que é uma estrutura usada para entendermos como as informações trafegam através de uma rede. Além disso, você pode usar o modelo de referência OSI para visualizar como as informações, ou pacotes de dados, trafegam desde os programas aplicativos (por exemplo: planilhas, documentos, etc.), através de um meio de rede (cabos, etc.), até outros programas aplicativos localizados em outro computador de uma rede, mesmo se o remetente e o destinatário tiverem tipos diferentes de rede.

No modelo de referência OSI, existem sete camadas numeradas e cada uma ilustra uma função particular da rede (figura 3). Essa separação das funções da rede é chamada divisão em camadas. Dividir a rede nessas sete camadas oferece as seguintes vantagens:
  • Divide as comunicações de rede em partes menores e mais simples, facilitando sua compreensão.
  • Padroniza os componentes de rede, permitindo o desenvolvimento e o suporte por parte de vários fabricantes.
  • Possibilita a comunicação entre tipos diferentes de hardware e de software de rede.
  • Evita que as modificações em uma camada afetem as outras, possibilitando maior rapidez no seu desenvolvimento.

 Camadas modelo OSI
Fonte: Cisco Systems, 1999

A seguir será demonstrada a importância das camadas de aplicação, apresentação, sessão, transporte, rede, enlace, e física dentro do modelo OSI.

Camada de aplicação

A camada de aplicação é a camada do modelo OSI mais próxima do usuário. Esta camada é a porta de entrada para a rede ou o sistema de comunicação, da forma como é vista pelos aplicativos que usam este sistema, ou seja, fornece um conjunto de funções para serem usadas pelos aplicativos que operam sobre o modelo OSI.

É a única camada que não fornece serviços para nenhuma das outras camadas OSI, com a sua ausência não haveria recursos suficientes para a comunicação entre os sistemas computacionais, pois, a mesma fornece uma interface ao resto das camadas do modelo, tendo como exemplo:
  • Telnet (protocolo cliente-servidor usado para permitir a comunicação entre computadores ligados numa rede);
  • Correio eletrônico (e-mail);
  • FTP (File Transfer Protocol, protocolo de transferência de arquivos).

Camada de apresentação

A camada de apresentação garante que a informação seja divulgada pela camada de aplicação legivelmente para outro sistema, sendo assim, codifica e converte dados com o propósito de fazer com que os sistemas falem a mesma língua.
Suas principais funcionalidades são:
  • Formatação de dados;
  • Criptografia de dados;
  • Compactação de dados.

Antes de receber e enviar os dados, a camada 6 (apresentação) do modelo OSI executa uma ou todas suas funcionalidades sobre os dados antes de encaminhá-los a próxima camada (camada de sessão).

Camada de sessão

A camada de sessão é responsável pela inicialização, gerenciamento e finalização de sessões entre o transmissor e receptor. Suas funcionalidades são fornecer seus serviços à camada de apresentação, manter os dados de diferentes aplicações separados uns dos outros, ou seja, oferecer recursos e serviços eficientes nos diálogos e conversações sobre a camada de sessão.

Camada de transporte

Está camada segmenta os dados e reconstruí os fluxos de dados provenientes de camadas superiores. Também provêm de comunicação ponto a ponto, onde estabelece uma conexão lógica entre aplicações origem e destino em uma rede.

A camada de transporte estabelece, mantém e termina corretamente os circuitos virtuais, e controle de fluxo de informação, detecção e recuperação de erros de transporte, garantindo qualidade nos serviços e confiabilidade. Ela oculta os detalhes das informações relacionadas às camadas superiores de rede, oferecendo transparência na transmissão dos dados.

Dentro desta camada contém um conjunto de protocolos, mais conhecidos como pilha de protocolos ou TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol, é um conjunto de protocolos de comunicação). Os protocolos de referência dentro da pilha de protocolos são:
  • TCP (Transmission Control Protocol) –responsável por verificar se os dados estão sendo enviados corretamente, ou seja, sem erros e na sequência certa, é o protocolo de controle de transmissão que fornece um circuito virtual entre as aplicações e o usuário final, com as seguintes características:
    • Orientado a conexão;
    • Confiável a entrega de dados;
    • Divide as mensagens enviadas em segmentos;
    • Reagrupa as mensagens na estação de destino;
    • Reenvia tudo o que não foi recebido;
    • Organiza as mensagens a partir do segmento recebido.
  • UDP (User Datagram Protocol) – é o protocolo de datagramas (ou pacotes) que transporta dados sem confiabilidade entre receptor e transmissor, possuindo as seguintes características:
    • Não orientado a conexão;
    • Não confiável a entrega de dados;
    • Transmite mensagens em datagramas;
    • Não verifica conexão antes de enviar a mensagem;
    • Não reagrupa as mensagens de entrada;
    • Não fornece controle de fluxo.

O TCP/IP possui uma arquitetura própria de camadas, onde possui quatro camadas (figura 1). O modelo TCP/IP é composto pelas camadas de aplicação, transporte, Internet, e interface com a rede.
Camadas modelo TCP/IP
Fonte: Cisco Systems, 1999

  • Aplicação – usada pelos programas para comunicação em rede, alguns protocolos pertencentes a camadas são: HTTP (HyperText Transfer Protocol Secure, protocolo de transferência de hipertexto), FTP, SMTP (Simple Mail Transfer Protocol protocolo de transferência de mensagens eletrônicas – e-mail), e outros.
  • Transporte – cria e faz manutenções de conexões realizando o controle de erros e fluxo de dados. A transmissão dos dados é feita através dos protocolos TCP e UDP.
  • Internet – responsável por entregar, endereçar e reconstruir os pacotes. Tendo o protocolo IP (Internet Protocol) como referencia. Todo host (dispositivo conectado em uma rede)recebe um endereço lógico de 32 bits, ou seja, um IP.
  • Interface de rede – interliga as camadas superiores com a rede. As principais funções executadas dentro desta camada são encapsulamento (proteção dos dados na rede), mapeamento, e endereçamento de endereços IP aos endereços físicos (endereços MAC, ex.: 0080.77d0.cd65).
Camada de rede

A camada de rede é responsável pelo encaminhamento dos dados através da interligação de redes, endereçamento de pacotes de dados, e conversão de endereços lógicos (IP) em endereços físicos ou MAC. Dentro da mesma, a camada 3 (layer 3) do modelo OSI, é onde trabalham os roteadores, promovendo serviços relacionados ao processo de encaminhamento.

Quando os pacotes são recebidos pelo roteador o dispositivo verifica o endereço IP de destino, caso o pacote não for destinado ao roteador citado, o roteador verifica em sua tabela de encaminhamento (base de dados armazenada em sua memória RAM).

As principais funções da camada de rede são:
  • Não orientada a conexão;
  • Sem garantia de entrega;
  • Endereçamento lógico (IP) de pacotes;
  • Escolha do melhor caminhamento através do encaminhamento.

Dentro desta camada destaca-se o protocolo IP, por este motivo será descrito suas funcionalidades a seguir:
  • IP - O protocolo de Internet (IP) é um endereço lógico de 32 bits com a função de endereçar, fragmentar, e reagrupar pacotes entre redes. É preciso que se descubra o endereço MACdo dispositivo para depois enviar o pacote endereçado para um IP (RFC 791).

O ele possui um cabeçalho que contem varias informações detalhadas (figura 5) como:
  • Versão (IPV4 – atual, ou IPV6 – nova versão) – o IPV4 é a versão que é utilizada atualmente, e o IPV6 é uma versão atualizada. O IPV6 será utilizado quando houver o esgotamento de endereços IP válidos na Internet, ou seja, da versão 4 do protocolo IP.
  • Comprimento do cabeçalho – tem a finalidade de mostrar o tamanho do cabeçalho IP, que podem variar de acordo com as opções incluídas juntamente com o IP, como: criptografia, compressão, etc.
  • Tipo de serviço (ToS) – neste campo é onde acontece a definição de priorização de pacote e tratamento, se preocupando com a qualidade de serviço (QoS).
  • Comprimento total – totaliza o tamanho do pacote, incluído seu cabeçalho.
  • Identificação – identifica a fragmentação do pacote, caso o mesmo precisou ser fragmentado devido seu tamanho original ultrapassou a unidade máxima de transmissão (MTU), ou seja, o tamanho do pacote ser maior que o caminho a onde irá trafegar.
  • Flags – sinaliza como deve ser o tratamento a ser dado ao pacote, como exemplo: o pacote não deverá ser fragmentado, ou, o pacote não tem prioridades.
  • Fragment Offset – neste campo é onde acontece o reagrupamento dos fragmentos.
  • TTL (Tempo de vida) – está função existe dentro do cabeçalho IP, afim de, prevenir loops dentro da rede, ou seja, eliminá-lo da rede quando não encontrar o dispositivo de destino.
  • Protocolo – funcionalidade de identificar o protocolo que está sendo utilizado para a comunicação entre dois dispositivos na rede. Podemos exemplificar alguns protocolos como: IP, TCP, UDP, etc.


Cabeçalho IP
Fonte: Diógenes, 2004, p. 95

Camada de enlace:

Está camada oferece aos dados segurança, conversão em bits dos pacotes vindos da camada de rede, realizando em seguida a transmissão através de um link físico (cabeamento). Os serviços prestados pela camada de enlace são dependentes dos protocolos que provêm entrega garantida entre enlaces, ou seja, desde o transmissor, passando por um único enlace, ate chegar ao receptor.

Os protocolos que trabalham dentro da camada de enlace possuem características importantes, como:
  • Encapsular datagramas da camada superior (camada de rede);
  • Enviar e receber quadros (unidades de dados);
  • Detectar erros;
  • Retransmissão dos dados;
  • Controle de fluxo.

Alguns exemplos de protocolos de enlace são: Ethernet (padrão de transmissão de redes locais), Frame Relay e PPP (protocolo ponto a ponto de comunicação entre redes WAN).

Camada de física

Nesta camada são definidas especificações elétricas, mecânicas, funcionais e de procedimentos. Onde é definida a transmissão de bitspor um canal de comunicação, nível de voltagem, taxas de dados físicos, distância máxima de transmissão, conectores físicos.

A camada física do modelo OSI é a única que possui acesso físico ao meio de transmissão da rede, tendo como principal função adaptar o sinal lógico ao meio de transmissão.

Outras características importantes da camada física são:
    • Estabelecimento e encerramento de conexões: ativa e desativa conexões físicas de acordo com as solicitações feitas pela camada de enlace
    • Transferência de dados: a transmissão dos dados é realizada em bits de acordo com a ordem de chegada dos dados vindos da camada de enlace, e são devolvidos a camada de enlace na mesma ordem que chegaram.
    • Gerenciamento de conexões: verifica o nível de qualidade das conexões físicas estabelecidas, monitorando taxas de erro, disponibilidade de serviço, taxa de transmissão, etc.

Seção: Banda Larga

 
Qualidade de Serviços (QoS): Conceitos de Rede

Apresentam-se neste capítulo o modelo de referência OSI (Open Systems Interconnection, que é um conjunto de padrões relativos à comunicação de dados), os padrões de garantia de compatibilidade e interoperabilidade entre vários tipos de tecnologias de rede, conceitos gerais sobre a técnica de qualidade de serviço (QoS), e ferramentas e recursos para obter uma solução eficaz através dos modelos básicos padronizados pelo órgão regulador da Internet (IETF).

Histórico das Redes de Computadores

Entre os anos de 1950 e 1970 os mainframes (computador de grande porte, dedicado ao processamento de grande volume de informações)dominavam o mercado coorporativo, trocando informações através de conexões interna entre eles. Eram maquinas que já pregavam uma idéia de conectividade, mas ainda não se tinha de fato as redes.

As redes tiveram seu surgimento por consequência dos aplicativos de computador que foram criados para empresas, pois na época em que houve a criação dos aplicativos, os computadores que os possuíam eram totalmente dedicados a uma função, e operavam sem depender de outros computadores. Entretanto, foi percebido pelas empresas que a forma de administrar atual não era eficaz e nem econômica. Então buscaram uma solução que não proporcionava a duplicação de equipamentos e recursos que melhorava a comunicação entre os dispositivos, e principalmente trouxesse economia e aumento de produtividade. Surgindo assim, as redes de computadores.

Em meados dos anos 80, foram notados vários problemas, pois, muitas das tecnologias de rede que surgiram não eram compatíveis com soluções criadas anteriormente, pelo fato de diferenças dehardware e software. Portanto para corrigir esta falha, foram criadas as redes locais.

As LAN (Local Area Network - rede local) têm o objetivo de conectar equipamentos em uma área relativamente próxima (não geográfica dispersa), permitindo usuários dentro de um departamento transferir rapidamente arquivos eletrônicos pela rede (figura 1). Seguindo estes conceitos, as organizações corporativas começaram a investir alto em redes locais.

Figura1


A idéia inicial de compartilhamento de recursos surgiu nesse tipo de rede, porque os recursos estavam distribuídos, dando sentido à necessidade de compartilhamento. Mas como tudo tende a evoluir, houve a percepção da necessidade de interconectar os computadores e dispositivos, em redes geograficamente separadas (figura 2).

Alguns fatores importantes que contribuíram para a evolução das redes WAN (Wide Area Network - rede de longa distância) foi o crescimento das empresas, que por sua vez, tinham a necessidade de trafegar informações com maior agilidade e eficiência para suas filiais, empresas parceiras, fornecedores, etc.

Veja o que diz Comer:

O aspecto chave que separa as tecnologias de WAN de tecnologias LAN é a escalabilidade, uma WAN deve ser capaz de crescer o quanto for necessário para conectar muitos sites espalhados através de distâncias geograficamente grandes, com muitos computadores em cada site. (COMER, 2001, p. 162).



Então pessoal mais tarde terá uma postagem sobre modelo OSI. desde já obrigado!!





sábado, 22 de outubro de 2016

Transístor de 1 nanômetro empurra limites da miniaturização!



Limites da eletrônica
Em tempos de transistores atômicos, o título de menor transístor do mundo começa a exigir a criação de categorias para os diversos tipos de avanços mais recentes.
Em termos de um transístor compatível com a tecnologia atual, um novo recorde acaba de ser estabelecido por Sujay Desai e seus colegas da Universidade de Berkeley, nos EUA.
Desai usou uma camada de silício, sobre a qual depositou uma monoatômica de molibdenita e nanotubos de carbono, construindo um transístor cuja porta mede exatamente 1 nanômetro.
O feito é importante porque já se defendeu que as leis da física impediriam fabricar transistores menores do que 10 nanômetros porque, abaixo disso, as leis da mecânica quântica passariam a imperar e interfeririam com o funcionamento tradicional do componente.
A realidade mostrou que não é bem assim, e vários transistores hoje usam justamente os fenômenos quânticos para funcionar - eles são essencialmente "transistores quânticos". Para a tecnologia da microeletrônica atual, à base de silício, os físicos hoje defendem um limite físico dos transistores em 5 nanômetros, embora os processadores estejam chegando ao patamar dos 7 nanômetros em escala experimental.
  • Transístor de nanotubo supera mais modernos transistores de silício
Há espaço para miniaturização
"Nós desenvolvemos um transístor com uma porta de 1 nanômetro, mostrando que, escolhendo os materiais adequados, há muito espaço para miniaturizarmos nossa eletrônica," disse o professor Ali Javey, coordenador da equipe.
Os materiais escolhidos pela equipe foram nanotubos de carbono e a promissora molibdenita (MoS2), um material que já vem sendo pesquisado para uso em uma nova geração de LEDs, lasers, células solares e, claro, transistores.
Resta agora o desafio nada desprezível de fabricar esses nanotransistores em larga escala e com funcionamento padronizado.

Teste psicológico!

Ia fazer um outro post falando sobre minha indecisão para a minha vida daqui pra frente, mas acabei me deparando com esses testes e resolvi postá-los aqui. Na verdade eu já tinha visto o 2º e o 3º, e até passei como gênio no 2º, mas o 1º me surpreendeu quando vi que fui reprovado. Aí vão eles:

1º Teste:
Foi descoberto que o nosso cérebro tem um Bug. Aqui vai um pequeno exercício de cálculo mental. Este cálculo deve ser feito mentalmente e rapidamente, sem utilizar calculadora, nem papel e caneta, ok?

Seja honesto e faça os cálculos mentalmente.
Tens 1000, acrescenta-lhe 40.
Acrescenta mais 1000.
Acrescenta mais 30 e novamente 1000.
Acrescenta 20.
Acrescenta 1000 e ainda 10.
Qual é o total?

(resposta abaixo)




Teu resultado é 5000.
A resposta certa e 4100!

Se não acreditar, verifique com a calculadora. O que acontece e que a seqüência decimal confunde o nosso cérebro,que salta naturalmente para a mais alta decimal (centenas em vez de Dezenas).


2º Teste:
Rápido e impressionante. Conte quantas letras “F” tem no texto abaixo, sem usar o mouse:
FINISHED FILES ARE THE RE-SULT OF YEARS OF SCIENTIFIC STUDY COMBINED WITH THE EXPERIENCE OF YEARS

Contou? Somente leia abaixo após ter contado os “F”. Ok?

Quantos? 3? Talvez 4? Errado!São 6 (seis). Não é piada! Volte para cima e leia mais uma vez! A explicação está mais abaixo.

O cérebro não consegue processar a palavra “OF”. Coisa do capeta, né?
Quem conta todos os 6 “F” na primeira vez é um “gênio”, 3 é normal,4 é mais Raro, 5 mais ainda e 6 quase ninguém.


3º Teste:
Alguma vez já se perguntaram se somos mesmo diferentes ou se pensamos amesma coisa?Façam este exercício de reflexão e encontrem a resposta!

Siga as instruções e responda as perguntas uma de cada vez ‘mentalmente’ e o mais rápido possível, mas não siga adiante até ter respondido a anterior. E se surpreenda com a resposta!
Agora, responda uma de cada vez:
Quanto é:
15+6=


….21…

3+56=


….59…

89+2=


….91…

12+53=


….65…

75+26=


….101…

25+52=


….77…

63+32=


….95…

Sim, os cálculos mentais são difíceis. Mas agora vem o verdadeiro teste.Seja persistente e siga:

123+5=


….128…

RÁPIDO!!!PENSE EM UMA FERRAMENTA E UMA COR!
……
E siga adiante…
…….
Mais um pouco…
……..
Um pouco mais…
……..
Pensou em um martelo vermelho, não é verdade?

Se não, você é parte de 2% da população que é suficientemente diferente para pensar em outra coisa.98% da população responde martelo vermelho quando resolve este exercício.
Enfim eu pensei em um martelo azul e aposto que se você não pensou em um martelo foi em uma chave de fenda amarela ou verde!